quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
O QUE FIZESTE DE MIM?
O que fizeste
Com aquelas palavras doces
Que disseste um dia
Na tua ingênua mania
De me fazer feliz?
Onde estão os meus acordes?
Fizeste-os dormir
Para que eu não ouvisse mais
O teu cantar?
Que disseste de mim
Aos pássaros
Quando solaram no quinteto?
Com que intento me deixou
Fora da tua moldura?
O que fizeste de mim?
Reduziste-me
A um negativo
No teu álbum de retratos...
Fábio Gonçalves
escritor, poeta e professor
Com aquelas palavras doces
Que disseste um dia
Na tua ingênua mania
De me fazer feliz?
Onde estão os meus acordes?
Fizeste-os dormir
Para que eu não ouvisse mais
O teu cantar?
Que disseste de mim
Aos pássaros
Quando solaram no quinteto?
Com que intento me deixou
Fora da tua moldura?
O que fizeste de mim?
Reduziste-me
A um negativo
No teu álbum de retratos...
Fábio Gonçalves
escritor, poeta e professor
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
CAOS
Quero dar um soco no alfabeto
Esparramar todas as letras
Espatifar vogais
E dar porradas
naquelas letras mais metidas.
Quero desconsoar todas as consoantes
Desarrumar tudo
Fazer uma bagunça literal.
Não suporto mais
Esse militarismo comedido
De letras arrumadinhas
Enfileiradas e certinhas
Sem nenhuma distorção.
Prefiro o rebuliço possível
Quando arrumo do meu jeito
O meu quarto de poeta.
Prefiro a desordem
Que me dá a chance
De “caosar” poesia.
Prefiro a ousadia
De quem não suporta o óbvio!
Prefiro a transgressão do verso
Prefiro o caos da poesia!!!
Fábio Gonçalves
escritor e poeta
domingo, 11 de outubro de 2009
ANJO: O vôo poético de um coração
De papo com Nicholas Behr, escritor brasiliense
Nicholas Behr recita um poema
Nice, Eu e Dermeval, amigos
Leitura de poemas do novo livro
Natália, amiga e ex-aluna
Luciane, eu e o Anjo
Eu, o Anjo e Claudete
Aroldo Pereira e eu
Recebendo Pedrelina, prima
Sarau improvisado na entrada da Galeria do Centro Cultural
Hélen e eu
Dois poetas e uma pose
Ricardo, amigo e ex-alunoNo último dia 09 de outubro de 2009, tive a honra de receber inúmeros amigos, no Centro de Educação e Cultura Hermes de Paula, em Montes Claros, dentro do que considero a grande “prateleira” da poesia brasileira, o 23º Salão Nacional de Poesia Psiu Poético. Digo “ prateleira” pela acessibilidade de tornar notório o fazer poético.
Mergulhado nesse contexto a quase 20 anos, vejo o Psiu como a porta de entrada do grande baile da poesia brasileira. Sem preconceito, a poesia, aqui, tem um gingado solto, leve e sedutor e derruba paradigmas porque é uma poesia livre e chega das ruas, das praças, dos shoppings, dos becos. E o melhor, já chega acontecendo, fazendo alarde...
Desta vez, apresentei ao público norte mineiro, minha terceira cria: ANJO, retratos de uma Paixão. Nela revelo uma poesia sensível e cada dia mais comprometida com o amor, do qual sou porta-voz incondicional. ANJO chega ao público com uma proposta de sublimação pura e, com a certeza de que o amor estará sempre me dirigindo e guiando porque "ainda que eu falasse a língua dos anjos e dos homens, sem amor eu nada seria..."
O lançamento aconteceu na galeria do Centro Cultural onde bati um papo literário traçando uma linha de tempo entre a primeira obra, Cristais, e esta que completa a trilogia do amor.
Entre os tantos amigos escritores que encontrei pela vida a fora, tive a honra de reencontrar Amelina Chaves, de Montes Claros e Nicholas Behr, de Brasília, além do indescritível poeta Aroldo Pereira a quem devoto uma admiração quase mística.
Vivemos num mundo de conflitos e de dores. A TV e os jornais já se encarregam de bombardear nossos sentidos com notícias nada agradáveis. Falar de amor é como navegar contra a maré. Mas eu assumo o leme e acredito na travessia.
Semana que vem, em algum lugar dos Estados Unidos, alguém estará lendo um poema meu. E entre eles, sei que vai estar...
Não sei
Não sei se anjo tem pena
Mas tenha pena de mim
Que te amo
E te anjo
Todos os dias
E noites da minha vida.
Tenha pena de mim
Mas não tenha pena
De me amar como te amo.
Não quero a pena
Desse amor que dói.
Quero apenas
Um amor que me açuque
Um anjo que me salve...
Mergulhado nesse contexto a quase 20 anos, vejo o Psiu como a porta de entrada do grande baile da poesia brasileira. Sem preconceito, a poesia, aqui, tem um gingado solto, leve e sedutor e derruba paradigmas porque é uma poesia livre e chega das ruas, das praças, dos shoppings, dos becos. E o melhor, já chega acontecendo, fazendo alarde...
Desta vez, apresentei ao público norte mineiro, minha terceira cria: ANJO, retratos de uma Paixão. Nela revelo uma poesia sensível e cada dia mais comprometida com o amor, do qual sou porta-voz incondicional. ANJO chega ao público com uma proposta de sublimação pura e, com a certeza de que o amor estará sempre me dirigindo e guiando porque "ainda que eu falasse a língua dos anjos e dos homens, sem amor eu nada seria..."
O lançamento aconteceu na galeria do Centro Cultural onde bati um papo literário traçando uma linha de tempo entre a primeira obra, Cristais, e esta que completa a trilogia do amor.
Entre os tantos amigos escritores que encontrei pela vida a fora, tive a honra de reencontrar Amelina Chaves, de Montes Claros e Nicholas Behr, de Brasília, além do indescritível poeta Aroldo Pereira a quem devoto uma admiração quase mística.
Vivemos num mundo de conflitos e de dores. A TV e os jornais já se encarregam de bombardear nossos sentidos com notícias nada agradáveis. Falar de amor é como navegar contra a maré. Mas eu assumo o leme e acredito na travessia.
Semana que vem, em algum lugar dos Estados Unidos, alguém estará lendo um poema meu. E entre eles, sei que vai estar...
Não sei
Não sei se anjo tem pena
Mas tenha pena de mim
Que te amo
E te anjo
Todos os dias
E noites da minha vida.
Tenha pena de mim
Mas não tenha pena
De me amar como te amo.
Não quero a pena
Desse amor que dói.
Quero apenas
Um amor que me açuque
Um anjo que me salve...
Um beijo a todos que se fizeram presentes.
Fábio Gonçalves- Água Boa
Escritor e poeta
http://artesdefabio.blogspot.com/
binhogon@ig.com.br
Fábio Gonçalves- Água Boa
Escritor e poeta
http://artesdefabio.blogspot.com/
binhogon@ig.com.br
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
A ARTE PÕE PRAÇA XIII - A liberdade de se expressar
A Arte Põe Praça revela, a cada ano, inúmeros talentos. São crianças, jovens e adultos que neste palco sagrado encontram espaço para expressar a sua arte e legitimas a sua identidade cultural.
Água Boa vivencia um momento único, de êxtase, emoção e paixão pela arte!
Solenidade de abertura - autoridades
Solenidade de abertura - autoridades
Artesanto local
Barracas de exposição dos trabalhos escolaresquarta-feira, 30 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
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